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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Relato Ícaro Tavares

Possuo um Agile 2011 LTZ, comprado 0 Km, em uma concessionária da Chevrolet. Com 11 meses de uso, o veículo me deu um baita susto: enquanto eu descia a serra em que se localiza minha cidade, o carro simplesmente travou os freios e morreu. Simples assim. Do nada. Procurei imediatamente a concessionária em que comprei o carro e solicitei avaliação. E o que me disseram? Que não havia nada de anormal e que provavelmente seria combustível adulterado, que alterou o funcionamento do motor. Levei isso em consideração e busquei trocar de posto de gasolina e abastecer sempre com gasolina aditivada. Curiosamente, nada mudou. Hoje, meu veículo está com 43.000Km rodados, com 23 meses de comprado e cada vez pior, travando os freios constantemente (como quando o carro está desligado, fica o freio bem duro) e o carro pula o tempo todo quando esta em baixas velocidades, em 1a, 2a e 3a marchas, quase morrendo. Já procurei a mesma concessionária e outra em outra cidade e o lenga-lenga é sempre o mesmo: combustível adulterado.
 
De dois um: se a GM sabe que no Brasil só existe combustível adulterado, que faça um carro que consiga ao menos ficar ligado com este tipo de combustível ou deixe de vende-lo. Financiei o carro em 48x e só paguei metade (ou seja, só os juros!) e não aguento mais ficar levando o carro a concessionaria e ouvindo desculpas esfarrapadas e ficar correndo o risco de um acidente com este carro.
 
Alguma sugestão do que eu possa fazer? Como consumidor me sinto um pateta pagando tão caro pra ouvir que o problema é o combustível.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Relato Roberto Martins

Adquiri um Agile no lançamento. Além de outros problemas como barulho interno, água do carpete dianteiro lado passageiro e outros, sem solução, o pior foi a falta de aderência dos freios. Já escapei de bater várias vezes. A GM fez silêncio acerca do problema. Limitou-se a afirmar que era assim mesmo e a substituir as partilhas que eram novas e originais, no período de garantia. Aguardo perícia e determinação judicial para a solução do problema. Agora eles devem consertar. Já troquei até o cilindro mestre que apresentou defeito, em decorrência da insuficiência do freio. Lamentável a postura da GM. Arcar com as suas responsabilidades fazendo um recall seria o correto. Quanto prejuízo material e humano esse defeito já causou aos proprietários e terceiros.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Relato Marcela Carrato - "Meu Ágile é uma arma"

Adquiri o veículo em setembro de 2010. O carro foi comprado na concessionara Líder BH e pago a vista.

Com apenas um mês de uso ele apresentou o primeiro problema: em um sinal no cruzamento de uma rua com uma importante avenida da cidade (Rua Viçosa com Av. Contorno), o veículo apagou pela primeira vez. Sem nenhum sinal de falta de bateria ou algo do tipo, fiquei cerca de 1h30 aguardando o reboque, pois o reboque oferecido pela concessionária simplesmente não atendeu. Não sei se todas as lojas autorizadas pela GM possuem este tipo de serviço, mas na Líder, enquanto o carro estiver na garantia, eles prometem total assistência, serviço que nunca tive acesso.

Enfim, chamei o reboque do meu seguro e tentei lavar o carro até a oficina autorizada que estava fechada. Entendo que era sábado, cera de 14h, mas não imaginei encontrar o local fechado sem ninguém para me atender.

O carro foi levado até minha garagem e na segunda-feira eu retornei o contato com a Líder, que buscou o meu carro apenas dois dias depois na garagem do meu prédio.

Alguns dia depois busquei o carro e o diagnóstico foi: um problema no painel automático do carro fez com que ele desligasse. Segundo os mecânicos, como o painel é todo automático, quando um problema é detectado, o carro desliga como forma de segurança para que não aconteçam prejuízos maiores no motor e no meu caso, o painel estava com "mal contato" e ainda segundo eles, o problema foi resolvido.

Achei a justificativa plausível e levei o carro embora.

Apenas dois meses depois, no dia 30 de dezembro, o mesmo problema se repetiu. Minha mãe me levou até a rodoviária São Gabriel em Belo Horizonte, para uma viagem de fim de ano. Ela me levou no meu carro e na volta o mesmo fato aconteceu, só que desta vez ela não estava parada em algum sinal, ou estacionada, ela estava em movimento e o carro simplesmente desligou, deixando o freio sem funcionar. O veículo só parou quando perdeu a velocidade. Ela estava em outra grande avenida da cidade, a Cristiano Machado. Ela também não conseguiu contato com a Líder e precisou chamar um reboque particular. Ela permaneceu em uma garagem de manutenção de ônibus que ofereceu ajuda, uma vez que já estava muito tare, por volta de 23h, enquanto esperava ajuda.

Como estava viajando, eu levei o carro na Líder, apenas após a virada do ano. Entrei em contato com a oficina autorizada da loja em 3 de janeiro e só consegui data para levar o carro no dia 1o do mesmo mês.

Peguei o carro de volta no dia 18 de janeiro. A oficina alegou o mesmo problema e disse que desta vez o defeito havia sido sanado. Apenas 20 minutos após pegar o carro ele apresentou o MESMO problema. Desta vez eu já estava na rua da minha casa e como estava chovendo, uma oficina localizada nesta mesma rua me ofereceu ajuda.

O carro ficou lá durante a noite e o dia e eles me disseram que o veículo estava com vários problemas, entre eles, a embreagem estava gasta.

Eu me assustei, afinal nenhuma embreagem fica gasta em apenas 4 meses de uso. Vale a pena citar aqui, que eu havia usado o carro apenas para trabalhar e voltar e eu moro no Anchieta (Zona Sul) e trabalho na Savassi (também Zona Sul), se quiserem olhar pelo Google Maps verão que a distância não chega nem a 15 minutos.

Na insegurança de andar com o carro assim, e já desconfiada do serviço da Líder, decidi trocar a embreagem na oficina da minha rua e comecei minha eterna luta para reaver o dinheiro da compra do carro.

Conversei com atendentes do SAC, fui até a concessionária e não obtive sucesso. Continuei com o carro "capenga" e sem poder contar com a ajuda da Líder, que alega que por eu ter feito serviços no carro em um lugar não autorizado eu perdi minha garantia.

Passaram-se mais dois anos e durante esse tempo, o carro apresentou o mesmo problema mais três vezes:

- Uma vez em movimento Rodovia Fernão Dias enquanto eu estava indo a trabalho para Varginha, no Sul de Minas;

- Outra vez na própria cidade de Varginha, desta vez eu estacionei o carro e algumas horas depois ele não ligou mais;

- Pela última vez agora, em novembro de 2012, quando um mecânico precisou fazer o serviço dentro da garagem da casa de uma amiga, pois a garagem do prédio dela é estreita e o reboque não passa pelo portão. Eu estacionei o carro para passar a noite na casa dela e no dia seguinte o carro simplesmente não ligou.

Além das paradas inexplicáveis, o carro apresenta mais uma série de problemas, como o ar condicionado.

Em abril de 2011 meu carro mofou. Os bancos e o teto. Descobri que tinha uma poça de água dentro dele e pesquisando, constatei que ela vinha de uma mangueira do ar condicionado que fica atrás do porta-luvas. Tentei consertar, mas descobri que ficava muito caro, então resolvi parar de usar o ar. De uns meses para cá, o ar não precisa estar ligado para essa água vazar. A água simplesmente cai, não sei de onde, formando uma poça no chão do carro, o que impossibilita do passageiro e quem está atrás dele, colocar os pés no chão.

Além disso, outro fato que me assustou muito aconteceu: eu estava estacionada em uma rua íngreme, no bairro Serra aqui em Belo Horizonte. Quando fui sair com o carro, eu entrei e ainda com os pés para fora, o carro começou a descer a rua. O fato que chama a atenção é que ele estava desligado, engrenado e com o freio de mão puxado. Ele desceu desgovernados, os freios não obedeciam e nem a direção. O que eu consegui fazer foi rapidamente colocar os pés para dentro e fechar a porta. O é pior ainda tinham outras duas pessoas entrando no carro. Ainda bem que não estavam como eu estava, pois poderiam ter se machucado muito ou até terem sido arrastadas. A sorte também é que não havia ninguém na rua, pois certamente seria atropelada.

"Essa foi a gota d´água". Como nunca recebi resposta de ninguém, coloquei meu caso na internet e fui procurada por um jornal. Como também sou jornalista e assessora de imprensa, não quis colocar meu nome e usaram minha mãe, Silvana Martins, como personagem contando o caso que aconteceu com ela.

Na matéria, a GM respondeu dizendo que iria analisar cada caso separadamente. E o fez.

No dia que a matéria foi publicada, a montadora me ligou e disse que a concessionária entraria em contato comigo para olhar meu carro.

A Líder entrou em contato e eu levei meu carro hoje, 21/02/13, até a oficina da loja às 8h.

Fui recebida por um mecânico normal que apenas quis saber quais eram os problemas do carro. O gerente da oficina, Adriano, não estava lá. Procurei pelo gerente de vendas, que também não estava e então conversei com a supervisora de vendas, Eliane. Ela me disse que não sabia da minha visita, que não fez nenhum contato com a GM e que este problema era da oficina. Que o máximo que ela poderia fazer era avisar sobre meu caso ao gerente da oficina. Ela informou também que nestes casos, a oficina poderia solicitar um mecânico da GM para que ele fizesse um laudo do carro. Combinamos que ela me daria retorno mais tarde.

Por volta de 15h, o Adriano, gerente da oficina me ligou. Ele informou que analisou meu carro e que os únicos problemas constatados eram o ar condicionado e da embreagem que estava gasta, mas que para realizar este serviço eu pagaria cerca de R$1.650,00, porque o carro não estava na garantia e não me deu nenhuma informação sobre o mecânico da GM que poderia ir até a oficina fazer o laudo, como a Eliane havia me dito.

Bom, eu já sabia disso. Quando entraram em contato comigo, eu imaginei que seria para olharem o carro e conversarem comigo, para chegarmos a um acordo, enfim, eu não queria apenas que olhassem meu carro e consertassem. Até porque os problemas aparecem do nada e hoje ele não estava com os problemas de desligar ou do freio de mão não funcionar. Ele me disse que o máximo que poderia fazer por mim, era me dar como cortesia o reparo do ar condicionado, mas que a embreagem era "mau uso" e que o resto das reclamações não estavam dentro da responsabilidade dele. Ele disse, inclusive, que informou isso para a GM, quando a montadora comunicou que eu levaria meu carro até a Líder.

Enfim, eu me encontro em um impasse. Só tive prejuízos com o carro. Não tenho confiança no veículo e nem tenho coragem de vede-lo. Não tenho coragem de entregar em qualquer loja de seminovos, porque sei que estaria colocando a vida de outra pessoa, ou até outra família em risco. Também não tenho coragem de vender para a própria Líder que também vende seminovos. Afinal, eles não resolveram meu problema e não tenho garantias de que ele será bem avaliado antes de ser vendido, ou seja, estaria colocando a vida de outras pessoas em risco da mesma forma.

Outro problema é que devido aos problemas recorrentes do Ágile, o modelo desvalorizou demais. E isso serve também como um alerta. Tenho diversos conhecidos com carros fabricados em outros anos, que apresentam o mesmo problema e existem diversos blogs e grupos de discussão na internet sobre os defeitos do Ágile que tem apelidos jocosos como Frágile.

No final do mês de fevereiro recebi o contato de uma atendente da GM que se comprometeu a me dar um retorno sobre meu caso até o dia 08 de março.

A atendente não retornou e eu entrei em contato com a GM ontem, 21/03. Fui extremamente mal atendida e não obtive nenhum retorno. Por isso, decidi postar minhas próximas conversas com a GM no Facebook e publica-las na fanpage da Chevrolet Brasil e da Líder BH.

Enfim, peço a ajuda de vocês, porque não sei mais com quem conversar. Esse carro é uma arma e algo tem que ser feito, primeiro pela segurança das pessoas, segundo para sanar o prejuízo do consumidor, fato, inclusive, previsto por lei.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Relato Gil José Gerônimo

Sou proprietário de um Agile LT, adquirido novo em outubro de 2011 da consecionária Grande Minas em Contagem - MG. Meu carro tem um problema crônico nos freios (dificuldades na frenagem). Já reclamei por diversas vezes, na consecionária, sendo que um mecânico chegou a dar uma volta comigo fazendo teste. Ele alegou que não tem defeito e que aquela dificuldade era normal e que os carros novos não arrastam os pneus. Já passei diversos susto em frenagem de emergência. Agora, aprendi a conviver com essa situação e sou obrigado a antecipar a frenagem para evitar algum acidente.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Relato Domingos L. Junior

Comprei um Agile LTZ 2010 para minha mãe que usou muito pouco e hoje minha esposa usa o carro, mas desde o início percebi o problema nos freios porém na ultima revisão que fiz em Maio 2011 não quiseram assumir que havia problemas com o freio alegando ser uma questão de percepção de frenagem, isso na concessionária GM da minha cidade em Americana/SP. Disseram que trocaram as pastilhas porém duvido.

Devido usar pouco o carro, ainda não reclamei nem aconteceu nada de grave porém acho que a GM deveria fazer um RECALL urgente para todos os veículos.

Como tenho pouco tempo, procuro contato com outros na mesma situação para saber o que podemos fazer juntos pois devido à periculosidade que este problema envolve, a GM deveria indenizar todos os proprietário pelo risco em potencial e pela falha em assumir a existência de um problema grave.

Relato Ronaldo dos Santos

Tenho um Agile LTZ 2010 e também venho sofrendo com os freios dele, são insuficientes, já fui várias vezes na autorizada e falam que é assim mesmo, dão sangria e pronto. Já troquei pastilha, disco, fluido e nada.
Estou solidário em exigir da GM uma posição.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

"Mais um proprietário insatisfeito" - Relato Alexandre Medeiros

Olá, possuo um Agile LTZ 2010/2011 e com os seguintes problemas até o momento:

- Freio da barulho de "escapando", quando freia o carro curvando em baixa velocidade.
- Fumaça preta saindo e o carro trepidando.
- Carro bebendo demais.
- 1ª marcha não entra normalmente.
- Direção/Volante estalando em ruas com desnível.
- Luz do porta-luvas não apaga.
- Luz de Injeção eletrônica acendendo.
- Luz de Manutenção acendendo/apagando sem precisar de manutenção.

Entre outros mais simples....

Não sei nem o que fazer mais.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Depoimento Silvio Carandina

Tenho um Ágile 2011 LTZ, comprei zero; após abrir 3 protocolos no 0800 da GM, e não ter o problema sanado, no último dia 31 ago tive uma batida por falha de freio, quando abri mais um protocolo.
A garantia acaba mês que vem, estou entrando esta semana na justiça contra a GM, tive que comprar um UNO usado para trabalhar (e quem não tem mais grana tá frito).
Ah! A concessionaria diz que não viu o problema... Trafego 1000Km por semana, eles e 5Km dizem que não viram, e tem mais, uma vez saí com 2 mecânicos GM, acendem as luzes de pane geral, de falha no ABS, mas não registra NADA no computador de bordo ou no portatil deles.

E o 'AIR-BAG' não atuou! (batida leve ou é como o freio... também não funciona)

ISTO É INCRÍVEL!!!!!! 
e paguei R$48.000,00 "AUTO IMPERIAL"

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Relato Alexsandro Tariga

Abaixo esta o email que enviei a GM para relatar o absurdo que ocorreu comigo ao comprar essa "joia rara" que é o Agile.

"Segue um breve histórico do caso.

Ocorrências na Concessionária Simpala:

01- Defeitos de fabrica.
Ao comprar o carro em outubro de 2010, A VISTA, mesmo sendo 0KM, já notei ao ser entregue que o parachoque traseiro e a borracha da calha do teto lado esq. estavam soltos e além disso a suspensão dianteira parecia completamente frouxa.
O caso do parachoque fez com que eu levasse o carro mais de 5 vezes a concessionária para recolocação! Isso é normal com os carros e os serviços da GM?
A borracha da calha do teto, teria que ser trocada. O fato é que a concessionária Simpala não tinha a tal borracha em estoque e solicitou à fabrica. Essa solicitação foi feita em dezembro de 2010, em março de 2011 eu cansei de procurar a concessionária para ver se já havia chego a borracha. Ainda estou esperando um chamado da concessionária Simpala para a troca... Acho que esqueceram... É esse o tratamento pós venda da GM?
Sobre a suspensão, informaram que o barulho e trepidação eram normais, todos Agiles tinham essas características. A GM tem essa característica? Fabrica carros com suspensão barulhenta e frouxa?

02-Vazamento de Óleo.
Na primeira vez em que abri o capô do motor do carro, observei que havia um grande vazamento de óleo na tampa do cabeçote. Isso com um motor com 700KM rodados!!! Tentei agendar o serviço para o reparo, mas foi em vão. Apenas na 1ª troca de óleo com 5000 KM é que efetuaram a troca da tampa.
Após a troca, fiquei muito contente em saber que a tampa substituída durou menos de 1000KM para vazar óleo novamente.

03- Freios.
Desde o primeiro dia que dirigi o carro achei os freios muito ruins e pouco eficientes, além de sempre trepidarem ao frear.
Mais uma novidade, mesmo solicitando, não foi feito nada e ainda informaram que isso é normal no Agile. Possuo um Fusca 1971 com freios à tambor! Incrivelmente ele freia bem melhor que o Agile.
Mais uma vez, eu pergunto, isso é normal com carros da GM?

04- Desempenho.
Outra reclamação, novamente não atendida e nem resolvida, foi do fraco desempenho em retomada e falhas constantes do motor.
Justificativa da concessionária... Está tudo certo, é assim mesmo. E é assim mesmo? Se for, meus parabéns à competência do Fabricante.
Isto tudo ocorreu num período de até 8 ou 10 meses após a compra do carro.

Diante disto e de vários outros fatores, resolvi mudar para a concessionária Brozauto (Av. Getúlio Vargas, 4119 – Canoas/RS), o que foi muito melhor.
A mudança para Brozauto não resolveu os problemas do carro, mas o excelente atendimento e capacitação pessoal das pessoas envolvidas, mecânicos, atendente, etc, foram esclarecedoras sobre o que estava acontecendo.
Mesmo sem o apoio e cobertura da fábrica para fornecer qualidade aos seus concessionários, a Brozauto não mediu esforços para resolver algo sem solução.

Ocorrências na Concessionária Brozauto.

Ao agendar a revisão de 10.000 KM na Brozauto, relatei o histórico do carro no agendamento.

01- Defeitos de fábrica.
Lembram da borracha do teto, lá da Simpala que estou esperando ainda.... Pois é... A Brozauto recolocou com facilidade em poucos minutos na revisão.
A Suspensão com barulho, vejam só... foi constatado que veio frouxo de fábrica e devido a esse INACEITÁVEL erro, tiveram que trocar os coxins que ficaram completamente destruídos!
Como um carro com essas condições passa pelo controle de qualidade? Existe um controle de qualidade na GM?

02-Vazamento de Óleo.
Novamente constatado vazamento na tampa do cabeçote e novamente trocada. Mas ainda está vazando!

03- Freios.
Foi constatado que os discos de freios estavam tortos e mesmo sendo uma reclamação constante, a GM não autorizou a troca com extensão de garantia. Vale lembrar que este é um problema que venho reclamado desde quando comprei o carro.

04- Desempenho.
Lembram do problema de desempenho, que a Simpala informou ser normal... Pois é, na Brozauto eu fui esclarecido.
Reclamei ao técnico que o motor tinha um desempenho fraco, falha ao retomar e estava “batendo”.
A solução, algo muito simples, é só abastecer com álcool.
Sempre usei gasolina e não gosto de usar álcool.
Foi uma excelente dica, o motor parou de bater, não falhou e o desempenho ficou muito bom.
Mas tenho uma dúvida. O motor é flex, certo? Posso abastecer com álcool ou gasolina, certo? Então, porque ele não funciona com gasolina?
Vale lembrar que nunca coloquei uma gota de gasolina comum, uso apenas gasolina aditivada.
O motor Flex da GM funciona apenas com álcool?

A situação atual é a seguinte:

Voltei a usar gasolina aditivada, parei de usar álcool.
Felizmente o motor não bate mais, porém continua falhando, engasgando e com um péssimo desempenho.

A suspensão do carro parece de uma carroça, bate muito. Vale lembrar que trabalho à 15 km da minha casa e só ando em asfalto.

Os freios, continuam com a péssima atuação, desde quando retirei o carro 0KM, porém cada vez trepidando mais.

Já ia esquecendo, o carro ficou bem bonito com os “quilos” de enxertos de espumas e fitas dupla face aparecendo, colocadas em todo o painel (excelente serviço oferecido pela Simpala já na primeira visita à oficina quando reclamei do painel vibrando).

Espero ter sido claro ao reportar a situação e aguardo uma solução.

Atenciosamente,

Alexsandro Tariga"


Bom esse foi o email exato que enviei à GM.
Depois disso foi agendado uma avaliação na Concessionária Brozauto, surpresa.... Nada foi resilvido e ainda querem que eu pague para trocar os discos de freios empenados!

Acho que ja paguei muito ao comprar um Agile.


Quero usar do seu blog para convocar todos proprietários de Agile e outros carros da GM para fazermos manifestos nos feiros de vendas da GM.
Vamos todos com nossos carros devidamente identificados com textos contatos seus respectivos problemas tratamento dado pela GM, estacionamos ao redor da feira para que possíveis compradores possam ver antes de comprar.

Acho que agindo dessa maneira, quem sabe um dia resgataremos o respeito ao consumidor.

Vamos espalhar essa idéia.

Um abraço,

Alexsandro Tariga

sábado, 21 de abril de 2012

Agile, bomba ambulante. Chevrolet assistência zero - Relato Dr. Frederico Vales

Adquiri em novembro/2011 um veículo GM/Ágile LT, na concessionária Eldorado Veículos em Macapá-AP, e desde então estou TOTALMENTE insatisfeito com a Concessionária e principalmente com a Chevrolet. 

Bem, resolvi fazer a compra de um veiculo zero já que meu anterior esta dando alguns defeitos, normais pelo tempo de Uso. A sensação que tenho é que o meu veiculo usado não dava defeitos pois em 5 meses de uso do Agile já tive que parar o carro por diversas vezes sem solução dos problemas e a cada vez que entra na oficina ele sai com um problema novo. 

Logo que saí da concessionária percebi que o velocímetro não estava funcionando. Retornei à loja e procurei a vendedora que havia me atendido na compra do carro (Rose) para relatar o ocorrido. A mesma solicitou que eu fosse até a loja matriz (que fica do outro lado da cidade) para resolverem o problema, prontamente ligou na oficina e me retornou marcando para o final daquela semana o reparo. 

Na data marcada dirigi-me a concessionária onde fui informado pelo chefe da oficina que o problema era no painel e que a peça deveria ser trocada (que sagacidade em descobrir que o problema era no painel e que altruísta em trocar a peça de um carro Zero Km que veio com defeito), mas que não tinha a mesma em estoque e que eu teria que aguardar cerca de 15 dias. Assim foi feito! 

Nesse meio tempo apareceu outro problema: O freio começou a apresentar um barulho estranho, como se algo estivesse solto e quando soltava o pedal, alguma coisa batia na roda trazeira. 

Passados mais de 15 dias da primeira visita recebi uma ligação da concessionária informando que o painel já estava disponível para troca, sendo assim, agendamos a troca do equipamento e solução do problema com o freio, defeitos devidamente relatados ao chefe da oficina Eldorado/Chevrolet. 

Após cerca de 2 dias eles me ligaram informando que não tinham resolvido o problema e que era para eu ir buscar o veículo. Quando cheguei a oficina o chefe da oficina me informou que o novo painel também veio com defeito e por isso não pode ser trocado, porém eles já haviam encomendado um novo a fábrica. Quanto ao problema do freio me foi informado que não resolveram pois também não tinham a peça (um burrinho de freio – não entendo de mecânica e por isso não questionei o diagnóstico). 

Após muito tempo retornaram as minhas ligações e informaram que a peça já estava disponível para troca e que eu deveria agendar a troca. Dei entrada com o carro no dia 30/03/2012 para os reparos necessários, além da troca de óleo (5.000 KM) e fui informado que o veículo seria devolvido naquele mesmo dia, as 18:00hs. No horário agendado, fui até a loja e para minha surpresa o veículo não estava pronto, ficando acordado que seria entregue no dia seguinte, sábado pela manhã. 

No sábado, por volta de 11:00 horas liguei para a concessionária e mais uma vez me informaram que eles não haviam terminado os reparos e que ficaria para segunda-feira. 

Na segunda, disseram que seria na terça-feira, o que ocorreu no final da tarde com o seguinte resultado: Velocímetro funcionando, Freio do mesmo jeito (não tinham a peça e ainda fui motivo de chacota por parte dos mecânicos quando disse que um outro mecânico – da concessionária – havia diagnosticado como sendo burrinho de freio.), barulho sem diagnostico e para minha surpresa o sensor crepuscular havia deixado de funcionar. 

Em função disso, regressei a loja na quarta feira (04/04/2012) e o chefe da oficina, após meia hora ligando e desligando o veículo me mandou retornar no dia seguinte. 

No dia seguinte (quinta-feira 05/04/2012), retornei a loja conforme solicitado pelo chefe da oficina e para minha indignação a oficina estava fechada. 

Quando fui reclamar com um funcionário que estava no pátio da loja, o mesmo me disse que se eu estava insatisfeito que procurasse os meus direitos. 

Entrei em contato com a Chevrolet e eles disseram que iriam resolver o problema o mais breve possível. Após vários dias de conversas por telefone, fui convencido a deixar o veículo, mais uma vez, na concessionária com a promessa de que o mesmo seria reparado e devolvido no mesmo dia. 

ADIVINHEM???!!!! O carro não foi entregue!!! 

Ao procurar um dos DIRETORES da loja, fui tratado com desdém, sarcasmo, indiferença e cinismo por parte daquele que seria a minha tábua da salvação. 

Neste exato momento, estou mais uma vez sem carro. 

Irei propor uma ação pedindo a devolução do meu dinheiro.

sábado, 7 de abril de 2012

Relato Rômulo Santos

Chamo-me Rômulo Santos, sou proprietário de um Chevrolet Agile LTZ 1.4 ano 09/10.

No dia 14/04 fui à primeira Revisão 10.000 (Concessionária Viamar Nações Unidas) para reclamar dos freios, suspensão e pane elétrica, o veiculo apaga e desliga o motor, apos realizarem a analise, que resultou em ajustar os freios, suspensão e passar um computador para analisar pane elétrica, fui para o trabalho e estava apresentando os mesmos erros, me ligaram do setor de qualidade para verificar se fui bem atendido e informei que os erros persistiam, eles não arquivaram nenhuma chamada minha com relação aos problemas do veiculo.

Os problemas começaram com desestabilidade da suspensão, falha dos freios, redução automática do motor e problemas no porta objetos localizado acima do painel central, o veiculo apaga do nada na Rd Castelo Branco, liguei por diversas vezes na concessionária para marcar outra revisão e nunca tinha horário para minha disponibilidade, eles acham que não temos nada para fazer, o problema persistia no dia 21/05 na Rod Castelo Branco, tive que entrar a esquerda e todo o conjunto elétrico do carro apagaram, desligou o veiculo, ocasionando a falha na suspensão e embreagem falhou ?os freios não funcionavam? ocasionando em uma colisão, onde fiquei internado (coma) por 2 dias, na minha saída dia 25/05, entrei em contato com a Chevrolet 0800 702 4200 onde solicitei a remoção do veiculo e possível analise, por 8 vezes ligo para verificar o que aconteceu e ninguém me informa os procedimentos para troca do veiculo, pois passei por uma manutenção alegando os mesmos problemas.

No dia da revisão o mecânico realizou os ajustes e não relatou os erros na O.S (Ordem de serviço) depois de 2 horas de atraso do horário agendado para minha revisão e estou sendo informado que a Chevrolet não tem nenhum relato formal das minhas reclamações, pois a agencia não arquiva as gravações e não registra as ocorrências.

Tenho que repetir tudo de novo para cada atendente, tive um feedback de um proprietário do Corsa que teve alguns problemas mecânicos e colidiu o veiculo, até hoje a Chevrolet não reconhece o erro, já faz 2 anos e o proprietário esta pagando em dia o veiculo sem utilização.

Perguntei com relação a danos morais e contra a vida, pois a maioria dos Recalls é mobilizada após acidentes com vitimas ou não, graças a Deus não entrei para a estatística, mais gostaria de saber o que será feito com o meu prejuízo financeiro e trauma psicológico, pois, não consigo entrar em um veiculo, a sensação de incapacidade sofrida na hora foi horrível e não consigo dormir com os fleches na cabeça.

No dia 15/06 recebe uma ligação do Road Service informando que passou o computador e não apresentou nenhum log de erro, como assim, estive em 2 concessionárias onde também não apresentou o erro mais o carro não ligava!!! Não aceito somente a informação? Não temos problemas com o Agile? vários proprietários estão reclamando dos mesmos erros do meu veiculo. Sr Presidente gostaria de uma solução definitiva para o meu caso, pois estou acionando um advogado para entrar juridicamente com uma ação junto a Chevrolet, não é digno colocar minha vida em risco, tenho 3 filhos pequenos, o que seria deles se viesse a óbito?

Data e Hr do Atendimento: 26/05/2010 às 14h30min
Atendente: Marcio Dias
Protocolo de Atendimento: 435845168
Protocolo da Reclamação: 435845168

Confira a seguir as ITs que foram confirmadas por algumas autorizadas.

V2 IT 021/09: checagem do marcador de combustível. Há casos de motoristas que enchem o tanque, mas o painel continua registrando que o nível ainda está na reserva.

V2 IT 051G/09: checagem da alavanca de marcha-à-ré, apenas para os modelos LTZ. O botão de acionamento pode quebrar, impedindo que a ré seja engatada.

V2 IT 061G/09: checagem da borracha do porta malas. Alguns proprietários se queixam de que a tampa faz um barulho muito alto ao ser fechada.

V2 IT 062G/09: retrabalho do painel (até o chassi AR 149057). Todo o painel se apaga repentinamente, deixando apenas a letra F acesa no computador de bordo.

V2 IT 066GA/09: reprogramação do módulo da marcha - lenta. Para reduzir as falhas de motor apontadas acima.

27/05 ? Renata Lima 11h24min

27/05 ? Juliana 11h57min- Veiculo Reserva.


http://www.reclameaqui.com.br/658700/chevrolet/chevrolet-agile-ltz-nao-comprem/

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Relato Priscila Dias da Silva

Sou proprietario de um Agile LTZ 2011 com apenas 7.000 km. Além de problema com a junta do motor (foi feito reparo no cabeçote com 1.500 km rodados) agora o carro apresentou um grave problema no sistema de freio, quase ocasionando um grave acidente com minha filha que dirigia o carro. Em um cruzamento , ao tentar freiar o carro, o freio simplesmente não funcionou e desesperada pisou com força no pedal e mesmo assim também não funcionou e para conseguir parar teve que puxar o freio de mão e por pura sorte o carro girou 360 graus , sendo que um outro veiculo não colidiu com ela, por puro milagre.Cabe salientar que esse Agile é equipado com freios ABS.
O carro foi levado para a Concessionária Vigorito em Santo André, onde está atualmente. Segundo informações do mecanico Alexandre, foi verificado que as pastilhas estão gastas, devido ao superaquecimento do sistema( muito estranho as pastilhas estarem gastas com apenas 7.000 km de uso). Segundo o mecanico ele entrou em contato com a Chevrolet que pediu o numero do chassi do carro e foi orientado a colocar um outro tipo de pastilha mais "resistente". Ressalto que em nenhum monento apareceu algum,a luz indicativa ou informação no painel que demonstrasse que as pastilhas estavam gastas. outro fato que é estranho é que mesmo que as pastilhas estivessem gastas, o ferio ABS deveria ter funcionado ( o que não ocorreu).
Estamos muito inseguros e assustados com tudo isso, pois entendo que a troca das pastilhas não nos dará a garantia que o problema não irá se repetir. Estamos achando que essa historia de pastilha é apenas uma enrolação da Chevrolet.
Entramos em contato com o SAC da GM e registramos o caso( protocolo 330566392). Estamos muito insatisfeitos e penando em entrar com uma ação contra a GM por danos morais e por expor a vida de minha filha em risco.

http://www.reclameaqui.com.br/1262841/chevrolet/agile-com-defeito-no-freio/

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Relato Carlos Loss

Fui um infeliz proprietário de um AGILE LTZ 2010. O carro não arrastava o freio nem que voce se pendurasse no volante para aplicar toda sua força no pedal! Após um mes na concessionária Grande Bahia, foram substituidos os flexíveis dos freios dianteiros e as pastilhas trocadas pelas do Celta. Cada vez pior... Um jogo de pastilhas foi encomendado pela concessionária que chegou após alguns meses. Nada de melhora... Me propuseram a troca por um modelo com ABS. Saimos então para um teste drive e para nossa surpresa o próprio gerente da oficina que dirigia o carro disse que a troca seria 6 por meia dúzia. O carro novo era pior do que o meu sem ABS com 1500Km rodados. Depois de dezenas de tentativas de contato com a GM... nada. Resolvi oferecer o carro na troca por um usado na mesma concessionária onde comprei e eles me ofereceram 32 mil pelo carro com 1500km rodados, ou seja, nem pra eles o carro presta. Como eu não quis apostar na sorte ou esperar por um acidente talvez fatal, vendi ocarro por R$32.000,00 após 9 meses de uso e com 3.500km (paguei R$42.000,00 mais seguro e mais licenciamento por essa mer.....) MUITO OBRIGADO GM.
NOTA: A concessionaria Grande Bahia prestou toda a atenção possível, mas infelizmente a GM nos ignorou.