Em novembro de 2010 comprei um AGILE LTZ, na Concessionária Super GM, Ilha do Governador/RJ, e após os 1500 km percebi que o carro não vinha desenvolvendo, ficava sem força, embolava. Achei que era problema de combustível, troquei de posto, coloquei somente álcool, fiz diversos testes de combustíveis e o carro não apresentou melhora nenhuma. Foi quando eu levei o carro para a Concessionária Mavesa em Nova Iguaçu, onde foi detectado problema no sensor de velocidade. Para minha surpresa, o mecânico não sabia o que tinha que fazer, alegando que não tinha feito o curso do AGILE. Retirei o carro e agendei um novo serviço com a Super GM da Ilha do Governador, concessionária onde havia comprado o veículo. Lá chegando, foram feitos vários testes, troca de vela, reprogramação e nada. Levei o carro duas vezes e o carro não ficou bom. O consultor técnico me deu um aditivo para ser misturado a gasolina e falou que o carro iria melhorar. Fiz o que foi pedido, mas o veículo não apresentou melhora.
Com o carro ainda apresentando problemas, agendei mais uma vez para o dia 24 de fevereiro, através do SAC, sendo atendido pela LUCI que marcou ainda um acompanhamento técnico junto a concessionária, conforme protocolo 469957708. No dia marcado, levei o veículo mas não fui atendido. Alegaram que a concessionária estava sem mecânico naquele dia. No dia seguinte retornei, conforme combinado, e informei que a caminho de lá, o carro acendeu a luz da injeção eletrônica (conforme manual do veículo, significa uma anomalia no sistema) três vezes e continuava apresentando os mesmos problemas. O mecânico passou um aparelho (computador portátil) e falou que o carro não tinha defeito, calibrou as velas e me liberou. No caminho de volta, o carro continuou apresentando o mesmo defeito, sem força, não desenvolve, embola e a luz de injeção eletrônica piscando, além de um barulho que não condiz com a marcha engatada.
Fui informado pelo consultor técnico da Super GM, Ilha do Governador, Sr. Luciano, de que se o carro continuasse com o problema ele não poderia fazer mais nada e que eu mesmo teria que ligar para o SAC da GM e solicitar um técnico para dar um laudo. Foi o que fiz. Retornei para o SAC, às 08h55 do dia 28 de fevereiro de 2011, e fui informado pela atendente Cátia que um técnico iria entrar em contato comigo. Nenhum contato foi feito. No dia 01 de março, às 19h20, liguei novamente e atendente Daniela informou que o técnico Creisson iria ligar no dia seguinte, pois o expediente já havia encerrado. No dia seguinte, mais uma vez, ninguém retornou. No dia 04 de março, às 8h20, liguei novamente e a atendente Raquel constatou que realmente o técnico Creisson não havia feito contato e passou o problema para a supervisão, me informando que iriam resolver o problema. Vários dias se passaram e nenhuma resposta.
No dia 10 de março, às 09h54, liguei novamente para o SAC, a atendente Francieli me informou que neste dia, sem falta, a supervisão iria entrar em contato comigo. Continuo aguardando até hoje.
Novamente agendei um serviço na concessionária Mavesa em Nova Iguaçu para o dia 28/03/2010 tentando buscar o conserto de meu carro. Meu carro foi deixado no dia 28/04 (segunda feira) para efetuar vários testes, no dia 30/03 o piloto de teste da Mavesa constatou que realmente o carro estava com problemas e trocaram o corpo de aceleração do veículo, retirei o carro no dia 31/03 (o carro ficou 4 dias na concessionária). No mesmo dia liguei para a concessionária e informei que o carro ainda estava com o problema, e que a luz de anomalia da injeção eletrônica ainda estava acendendo e que inclusive eu havia filmado o devido problema. Informei que levaria o carro novamente para o conserto. No dia 04/042011 levei o carro a concessionária e mostrei a filmagem do defeito do veículo, o consultor técnico pediu para eu deixar o veículo para ser trocado algumas peças e efetuar testes. Retirei o carro no dia 06/04/2011 e o carro ainda está com o mesmo problema.
No dia 24/4/2011 retornei a concessionária Mavesa para fazer teste com o gerente de oficina Hélio que levou também o piloto de teste, foi constatado o problema e o carro ficou para reparo. No dia 26/04/2011 fui chamado para testar o carro, fui acompanhado por um mecânico, pegamos a Rodovia Presidente Dutra e subimos a Serra das Araras. O carro não apresentou nenhuma melhora e a luz da injeção eletrônica acendeu por 4 vezes e foi testemunhado pelo mecânico. O meu carro voltou para a concessionária e está até hoje (01/05/2011).
Já está chegando na metade da garantia (1 ano) e o meu problema com o carro ainda não foi solucionado, não tenho mais confianças no carro e muito menos na marca.
Estou tentando buscar uma solução para que meu carro funcione normalmente como era de se esperar. Como consumidor, me sinto lesado não porque o carro apresentou defeito, mas sim pelo descaso para solucionar o problema e nas frustradas tentativas de contato com a montadora. Continuo aguardando um retorno e espero ser atendido.